Por: MIGUEL M. ABRAHÃO
“ O caso da Pérola Negra” é o protótipo de aventuras e encantamento. Nesta encontramos elementos como o mito, a epopéia, a ação heróica e cavalheiresca de um herói errante, envolvido na aventura que é a sua auto-descoberta, deslocando-se geograficamente no mundo concreto, em busca da vitória sobre os obstáculos que enfrenta.
No fundo do mar, o peixinho verde Apeixonado filosofa sobre o tédio em que vivem enquanto o amigo Cachola, por sua vez, tinha outros interesses:
Achando que seria mais um dia como qualquer outro, o herói, a contra-gosto, acompanha Cachola até uma das lojas da rede de lanchonete “MacMinhoca”. Porém mal sabe ele que lá começará sua grande aventura!
Sobre esta obra, em memorando ao autor, escreveu Stella Leonardos , poeta, dramaturga e autora dos romances Quando os Cafezais Florescem (1948) e Estátua de Sal (1961) : “Você é muito imaginativo e escreve um romance policial infantil com originalidade. Você usou técnica de mistério – tipo bruxaria (na 1ª parte) e tipo aventura-encantatória (na 2ª). Ótimo! Esses mistérios do roubo da pérola negra (que dão histórias em quadrinho e desenhos animados) devem atrair a garotada à primeira vista”.
Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.
Deixe seu comentário: