Por: Deoclécio Henrique Correia
Uma praça pacata é o cenário, dois personagens centenários o compõem numa bem humorada tarde de primavera, os dois discorrem dos mais variados assuntos, dos mais comuns até os mais inusitados. o livro tem o formato que seria quase uma peça de teatro, embora sirva para esse intento não era essa a finalidade do livro, a forma em diálogos foi somente porque é bem mais fácil escrever desta maneira, com diálogos sem quase nenhuma interrupção do narrador, que faz com que a história flua de maneira leve e de fácil compreensão. Outro motivo desde livro é o de abrir os olhos dos mais novos para os problemas dos idosos, pensar não somente que um dia, se tivermos sorte, de chegar até a velhice, mas na atitude solidária mesmo, que assim como as crianças são frágeis e precisam de todo nosso cuidado e carinho, se apenas dar-mos ouvidos aos seus sábios conselhos para eles já seria o maior sinal de respeito. O autor tem ainda por esta editora o livro Conversando com Papai Noel, que segue quase o mesmo estilo leve e dinâmico. Se o leitor amigo quiser filosofar ou conhecer os pensamentos do autor sobre o meio ambiente e o comportamento humano ele deve ler Faça-me Pensar, O Planeta das Máquinas e O Jardim de meu Avô. No ramo teatral há ainda: Peças Simples para Pessoas Complicadas e brevemente também por esta editora um romance policial bem humorado: A Audácia do Criminoso, todos de Deoclécio Henrique Correia por esta editora. Para saber mais sobre o escritor, acesse o blog: deocleciohc.blogspot.com
Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.
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25/12, 14:09 h
José Aparecido Gonçalves |
Me lembra a velha e bonita pracinha de Sertaneja, no Paraná. Bem que eu gostaria de ter ficado velho lá, mas a vida me trouxe para tão longe. Conversa de Velhos é uma boa leitura não só para nós velhos. Os jovens têm muito a aprender ouvindo os velhos. |
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