Por: Carolina Rubira
De um profundo diálogo com as imagens internas que nos habitam e das quais as estórias são feitas. Diria que é desse lugar que vêm essas Estórias escritas por Carolina Rubira. Grafado assim com ‘e’ – estórias - e não com ‘h(i)’ – histórias -, já no título podemos intuir a intenção desses contos que buscam nos levar a um espaço/tempo de eternidade, onde podemos ser rei e mendigo, escravo e andarilho, jovem e velho, bicho e gente, sábio e tolo, mestre e discípulo, caçador e presa, príncipe e princesa, bons e maus, tudo e nada ao mesmo tempo.
Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.
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