um anedotário de viagens
Por: Ignacio Mendes
O fascínio de viajar persiste, apesar da massificação do turismo, do maior acesso à informação e da difusão de imagens dos cantos mais remotos do planeta. Afinal, nada jamais substituirá a experiência pessoal de embarcar na aventura, de pisar o solo de outra cidade, de respirar o ar de outro país, de ouvir idiomas e sotaques diferentes, de sentir os cheiros e provar as comidas, numa tentativa de descobrir algo da alma do lugar e de seus habitantes. Mas o que procuramos exatamente quando deixamos o conforto da rotina para percorrer terras distantes e desconhecidas? Um pouco da resposta está nestas anedotas de viagem relatadas de forma incomum. O que aparece aqui não é a atração turística óbvia, mas o lampejo do momento, o detalhe curioso, o personagem divertido, o flagrante revelador. São instantâneos que fazem rir, pensar, encantar-se e entender um pouco mais o que é que nos empurra a esse movimento cheio de expectativa que chamamos de viagem.
Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.
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