Por: ALEXANDRE BROSTEL
Obra de linhas vivas na imaginação, uma descoberta literária de rara experimentação e beleza.A Era das Máquinas, em sua vertente criativa, é um livro de ficção. Porém, nas estórias que se entrelaçam em contos minuciosamente trabalhados, seus capítulos enaltecem e evidenciam o caminho da reflexão do leitor no trato dos sentidos.
É onde encontramos como fundo uma sociedade por vezes automatista, carente do conhecimento mais profundo de si mesma em seus esforços diários.
Viaje pelas experimentações verbais de um teatro; acompanhe confidências e homenagens de cartas diversas ao personagem principal; seja cúmplice de linhas que unem a vida e a morte numa cidade interiorana; reúna todas as estórias em única forma motora: o pensamento.
Livros com menos de 70 páginas são grampeados; livros com 70 ou mais páginas tem lombada quadrada; livros com 80 ou mais páginas tem texto na lombada.
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04/10, 14:22 h
O autor |
Agradeço as palavras e torço igualmente pelo sucesso de vocês! Há muito que ler e se escrever nesse Brasil! Abraço! |
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26/09, 09:06 h
CESAR SOARES FARIAS |
Alexandre, concluí a leitura do teu livro e achei bem interessante, carregado de lirismo e inspiração teatral. Sempre vale a pena conhecer o pensamento de escritores da nossa geração, diminuindo assim as barreiras geográficas que nos separam. Parabens |
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15/09, 10:31 h
Jonatan Vasconcelos Editora Pandorga |
Bom dia. Temos interesse na analise da obra. A editora Pandorga esta abrindo espaço para publicação de novos autores, em parceria com a editora. Caso tenha interesse em maiores detalhes entre em contato conosco. editorial@editorapandorga.com.br Jonatan Vasconcelos/Editor www.editorapandorga.com.br |
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