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Pan Veritrax

Biografia

Um nome mágico expressa um lema ou mote para todo aquele que se dedica ao estudo dos aspectos práticos da Tradição Esotérica Ocidental. Delineia também a “persona mágica” ou uma espécie de “eu lírico” dos praticantes da magia. Pan vem do grego e significa o todo e foi, tardiamente, derivando para designar uma divindade específica, meio homem meio animal, associada à natureza, à liberdade e à sexualidade. Veritrax é uma versão ornamentada da palavra Veritatis que em latim significa verdade. É, também, o nome do rei dos dragões do cenário de fantasia steampunk Castelo Falkenstein. Da justaposição destes surgiu o nome Pan Veritrax.

Pan Veritrax é o meu nome mágico. Me chamo Cristiano Alexandre Moretti. Nasci em 1975 na cidade de Curitiba. Sou profissional na área de tecnologia da informação, fã de jogos de RPG, um músico leigo e indisciplinado, espectador de filmes e séries e leitor de ficção e fantasia urbana. Mas a maior parte de minha atenção é tomada, desde a juventude, pela investigação da magia, da metafísica, da religião em suas várias formas, do ocultismo e dos vários ramos da Tradição Esotérica Ocidental.

Minha jornada no estudo do esoterismo ocidental começou com o tarô. Por volta de 1990 meu anseio de entender os mistérios da religião e dos aspectos mais sutis da natureza crescia rapidamente e ficou claro para mim que a religião que eu praticava, o cristianismo católico, não era mais suficiente e comecei a procurar um caminho que pudesse me levar mais além. Foi quando ganhei meu primeiro baralho de tarô. Ali eu encontrei o que estava buscando. Ou, ao menos, a primeira parte...

O aprofundamento no estudo do tarô me levou às obras de Papus e, posteriormente, às de Eliphas Levi. Foi a primeira leitura de Dogma e Ritual da Alta Magia de Levi que abriu para mim as portas do caminho que eu queria seguir: a magia. A partir de Levi passei a buscar e estudar os vários ramos da magia e os seus fundamentos. Em algum momento este estudo me levou ao paganismo contemporâneo e ao gnosticismo.

Meu primeiro contato com o paganismo veio através de uma coletânea de textos eletrônicos com que me deparei por volta de 1995, nos primórdios da internet, compilados em um grande “livro das sombras” chamado Book of Shadows of Riders of the Cristal Wind. Nunca participei formalmente de um conven mas a ritualística e a estética da bruxaria moderna e de outros ramos do neo-paganismo deram, a partir daquele momento, o tom para minha prática pessoal. Depois conheci os textos de Starhawk e Scott Cunningham que influenciaram muito a minha prática e sedimentaram meu apreço pelo neo-paganismo.

Mas foi o gnosticismo que abriu, de fato, meus olhos para as inúmeras possibilidades oferecidas pela Tradição Esotérica Ocidental e a grande meta por trás da magia. No gnosticismo encontrei as chaves para a prática da magia e do paganismo em um nível muito mais profundo e em um grau de eficiência que eu não esperava. No gnosticismo recebi as grandes chaves do esoterismo ocidental. Mas levou algum tempo para fazê-las funcionar de fato...

Meu primeiro contato com o gnosticismo foi, também, em 1995 quando me afiliei a uma associação de pessoas dedicadas ao estudo da obra de Samael Aun Weor. Fui iniciado na Fraternidade Gnóstica em 1997 e consagrado Sacerdote Gnóstico em 2006. Participei de vários grupos e templos com diferentes perspectivas, dei aulas, elaborei currículos e sistemas pedagógicos, fui coordenador de cada uma das três câmaras da Igreja Gnóstica, desempenhei todos os encargos eclesiásticos e litúrgicos e participei da criação de novos templos e instituições. Enquanto minha atuação na magia e no paganismo sempre foi mais discreta e, de certa forma, solitária no gnosticismo minha atuação sempre foi pública e em grupo.

Conforme estudava o gnosticismo fui percebendo que as formas de prática contemporânea com que eu tinha contato estão muito distantes dos verdadeiros propósitos desta tradição antiga. Me dediquei, então, ao estudo da história do gnosticismo e ao resgate de uma prática mais próxima dos seus propósitos originais. Isto deixou claro para mim que a literatura fundamental que deveria embasar estas formas atuais de gnosticismo, os textos de Samael Aun Weor, está em consonância com toda a tradição gnóstica mais antiga mas a leitura que é feita por estas correntes a partir dela deturpa completamente seu real propósito. Isso me levou a praticar as técnicas do gnosticismo samaelita sob uma ótica mais tradicional. O que é, ironicamente, mais aberta, mais racional e mais livre do que as formas pregadas e praticadas atualmente.

Muitas experiências e muitos autores contribuíram para o amadurecimento e o aprofundamento do meu estudo nestas áreas. A primeira leitura do Livro da Lei de Aleister Crowley foi uma das grandes quebras de paradigma que me obrigaram a rever vários conceitos sobre gnosticismo e magia e conquistar uma perspecção muito mais honesta nestas áreas. A primeira leitura da Cabala Mística de Dion Fortune me abriu os olhos para a verdadeira estrutura por trás de todo trabalho das Escolas de Mistério tradicionais sejam elas antigas ou modernas. A primeira leitura do Conceito Rosacruz do Cosmos de Max Heindel sedimentou minha compreensão dos mundos sutis e de como as várias correntes esotéricas se conectam em um todo único formando uma mesma tradição. O contato com os manuscritos e as várias obras derivadas da Ordem Hermética da Aurora Dourada me colocaram no paradigma mais atual da magia tornando minhas experiências ainda mais reais. A descoberta da Magia do Caos, primeiro pelos textos de Phil Hine e depois pelos clássicos de Peter Carroll, me mostraram para onde a magia poderia ir e como compreendê-la em suas várias outras facetas. E cada um destes autores me impulsionou para o estudo de vários outros e a prática de uma série de técnicas e perspectivas novas. Cada uma delas uma peça em um grande quebra-cabeças.

Também estudei várias outras áreas correlatas como a prática em várias religiões, terapias complementares como reiki e florais, técnicas orientais de desenvolvimento pessoal como ioga e mantras, e outras coisas nesse sentido.

Acredito na conciliação harmônica entre as mais variadas áreas de estudo do ocultismo e da religião. Afinal, existe uma Tradição Esotérica Ocidental da qual todas elas fazem parte.

Minha vivência pessoal do caminho esotérico encontra-se no ponto convergente entre a magia, o neo-paganismo e o gnosticismo. Este ponto de convergência é essencialmente gnóstico em sua visão do cosmos e no propósito e fundamento do seu trabalho mas tem como expressão e realização prática a magia ocidental em suas várias formas abraçando a perspectiva estética e a relação com a vida como pregadas pelo neo-paganismo. Uma abordagem que busca uma vivência contemporânea em harmonia com as heranças mais antigas da Tradição Esotérica Ocidental. Se fosse arriscar uma classificação eu diria que é uma proposta inclinada a um gnosticismo hermético contemporâneo mas alguns amigos diriam que estaria mais próxima de um paganismo gnóstico. Acho este “denominar” desnecessário...

Penso que a aplicação de todas as ciências esotéricas deve se dar em perfeita integração com a vida normal urbana. O gnóstico, o bruxo, o mago, o ocultista deve levar, antes de tudo, uma vida normal com trabalho, estudo, convivência em família, entre amigos e com tudo o que se espera de uma pessoa saudável que vive em nossa sociedade. É a partir deste ponto, da vida cotidiana, que construímos nossa vida espiritual. Também a alegria e a diversão são fatores de extrema importância não apenas para a vida “profana” mas também para o desenvolvimento espiritual. E isso não implica somente em reservar momentos para o lazer. Todo o estudo e prática da magia e da religião deve ser divertido e proporcionar alegria e prazer a seus praticantes. Esta a prova de que estão verdadeiramente conectadas ao espírito divino.

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