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Livro Apoteótico: Os maiores carnavais de todos os tempos - 1963

Por: Jorge Renato Ramos Denunciar

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Sinopse

“Apoteótico: os maiores carnavais de todos os tempos – 1963” é o segundo livro da série destinada a contar, em detalhes, os preparativos, enredos, desfiles das escolas de samba, não só do Grupo Principal, mas também do Acesso, no decorrer de quase sessenta anos, desde a cultuada e celebrada “Revolução Salgueirense”, promovida por Fernando Pamplona, Arlindo Rodrigues e Nélson de Andrade, em 1960 até os dias de hoje. Em 1963, o Salgueiro vinha de um frustrante terceiro lugar no carnaval anterior. Carnaval desenvolvido por Arlindo Rodrigues, uma vez que Pamplona estava na Alemanha. O Pai de Todos, porém, foi decisivo ao dar o seu aval para que, pela primeira vez, uma negra fosse protagonista de um enredo na Avenida, não sem antes Arlindo argumentar: “É negro, é de luta e de conquista social. Tá nossa linha e é bonito paca!”. O livro traz uma sensacional história, ocorrida entre o maior nome da história mangueirense, Cartola, e Maçu, primeiro mestre-sala, e maior presidente da verde e rosa de todos os tempos, com direito a golpes de capoeira, rabo de arraia, tudo por conta de uma cabrocha do morro. A Aprendizes de Lucas levaria um dos mais belos enredos de 1963, em que prestaria uma homenagem a Carolina Maria de Jesus, autora do best seller “Quarto de despejo – Diário de uma favela”, obra ainda necessária e essencial, traduzida para dezesseis idiomas e comercializado em mais de quarenta países. Wilson Moreira assinaria o samba-enredo da Mocidade Independente. A Beija-Flor traria aquele que é, talvez, o mais belo samba de sua história: “Peri e Ceci”, de seu fundador, Cabana. Kirk Douglas, o eterno Spartacus, foi a grande atração dos camarotes do carnaval daquele ano. O Salgueiro faria aquele que é, possivelmente, o desfile mais marcante da história. A imagem da dança do minueto (coreografado por Mercedes Baptista) na Avenida Presidente Vargas, tendo ao fundo a Igreja da Candelária para emoldurá-lo, é, talvez, uma das mais emblemáticas da história dos desfiles. Porém o carnaval de 1963 teve seu momento máximo quando Isabel Valença passou pela Avenida, caracterizada como Xica da Silva. O sucesso foi tanto que passou a se exibir Brasil afora, sempre com a agenda lotada. Um ano depois, romperia barreiras, ao vencer o concurso de luxo feminino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Mesmo anos após a sua apresentação, Isabel Valença era conhecida como a “eterna Xica da Silva”. O sucesso do desfile salgueirense deu visibilidade à história da “Xica que manda”. Carlos Machado, um dos “Reis da Noite”, promoveria, no mesmo ano, o show “Chica da Silva 63”. Cacá Diegues (que viu da arquibancada o desfile salgueirense), em 1976, dirigiria o filme “Xica da Silva”, estrelado por Zezé Motta. Vinte anos depois, em 1996, a Rede Manchete levaria ao ar a novela “Xica da Silva”,de Walcyr Carrasco, que marcaria a estreia no vídeo de Taís Araújo. O sucesso salgueirense passou a incomodar setores conservadores da imprensa, que passaram a atacar a escola, acusando-a de romper com a tradição e com o chamado “samba autêntico”. Fernando Pamplona saiu em defesa de sua escola, dizendo: “Deixem-me tocar meu tamborim!”. Em um quarto de hospital, na Boulevard 28 de setembro, um paciente vibrava de emoção. Fogos explodiam na Rua Teodoro da Silva, em Vila Isabel. Era Lamartine Babo, autor de marchinhas carnavalescas e criador dos hinos dos maiores clubes do Rio de Janeiro. Em um determinado momento, Lamartine chamou sua esposa, Zezé, e fez questão de demonstrar a alegria, a felicidade que sentia naquele momento: “Olha, Zezé. O foguetório vem da Praça Saenz Penã, do nosso lado direito. O Salgueiro ganhou. Se fosse da esquerda, seria da Manga”. A vitória salgueirense encheria de felicidade, não só o coração de Lamartine Babo (que pararia de bater três meses depois), mas também o de milhares de torcedores da vermelho e branco no Rio e no Brasil inteiro. Essas e dezenas de outras histórias estão nas páginas desse livro, bem como em outros volumes da coleção “Apoteótico: os maiores carnavais de todos os tempos”.

Categorias: Mídia De Massa, Belas Artes, Arte Folclórica, Artes e Entretenimento, Artes Cênicas, Artes
Palavras-chave: carnaval, de, escolas, salgueiro, samba

Características

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Número de páginas: 194

Edição: 1(2019)

ISBN: 9781090859860

Formato: A5 (148x210)

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Offset 90g

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Comentários - 1 comentário(s)


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