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Livro Decifro-te e devoro-me

Por: Rodrigo Prado Santiago Denunciar

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Sinopse

O caminho era de pedra.No meio do caminho – de Corinto a Tebas – tinha uma esfinge.E a esfinge era uma pedra, era de pedra – mas era também de perda.Então, no meio do caminho de pedra tinha uma esfinge, que era de pedra, que era de perda para o povo de Tebas.

O caminho podia ser para qualquer destino – simboliza a vida.Podia ser para Itabira.Se fosse para Itabira teria mais uma pedra (ou talvez mais duas) e estaria no meio da palavra que nomeia Itabira – Ita.No meio de ‘Ita-bira’ tinha uma pedra.E toda pedra é de terra – donde viemos e volveremos!

No meio de apenas um caminho a esfinge finge tomar conta de todos os destinos, certa que está de sua plena onipotência e onisciência.Quem vai ao seu encontro fica mudo – estrangulado - ante o absurdo de seu enigma: “ Decifra-me ou devoro-te “.Propõe - na verdade impõe - esta charada como condição para livrar o peregrino do pior destino – a morte – e Tebas, da destruição.

O peregrino caminha porque acredita que assim fugirá do seu destino – mas não sabia que este era exatamente e tão somente o caminhar; conquanto também se supunha onipresente e onisciente, não cogitava que nada estivesse alheio à sua vontade, desejos e desígnios.

A pedra da esfinge faz-se pó, silica, quando é decifrada; imaginava-se imortalizada, sol, faraó, no entanto é devorada pelo peregrino, espelho da esfinge, que acreditando fugir da sua sina, nada mais fazia do que ir ao seu encontro.Para alcançar seu destino cometeu o maior dos desatinos: conhecer-se profundamente, conhecer o homem, o outrem como imagem e semelhança de si mesmo.E o seu destino era o encontro com o amor perfeito, aquele que não tem jeito nenhum de existir porque implica na renúncia completa de si em face de outrem.

O amor perfeito é a morte do eu-peregrino por exigir sua total e incondicional abnegação.A mais próxima descrição do amor perfeito encontra-se na Bíblia, Corintos 13, de onde Édipo-pé-regrino foge para encontrar seu destino: devorar-se.

Fica cego, fica só e vira pó – assim é quando se encontra o amor perfeito, do qual só se tem, na fantasia e na poesia, uma parca ideia do que seria.

Já no mundo palpável o amor é impalpável e imperfeito; por isto não nos cansamos de buscá-lo dia após dia.O que move o homem é a ilusão de podê-lo alcançar ou senão, ao menos, de dele tentar, tentar e tentar aproximar-se.Senão, por que viver ?

Categorias: Ficção, Literatura Nacional, Poesia
Palavras-chave: acre, brasileira, decifro-te, devoro-me, enigma, esfinge, jorge, médico, poema, poesia, prado, rodrigo, santiago, tufic

Características

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Número de páginas: 225

Edição: 1(2014)

ISBN: 9788591849406

Formato: A5 (148x210)

Tipo de papel: Couche 90g

Reconhecimento

Sobre o autor

Mini
Rodrigo Prado Santiago

O autor é natural de Belo Horizonte, onde morou até se graduar em medicina em 1999.No ano 2000 serviu o Exército Brasileiro no Estado do Acre no PEF de Assis Brasil.Em seguida prestou serviços como médico assistente no município de Boca do Acre no Estado do Amazonas de meados de 2001 a 2002, retornando para o Estado do Acre, onde mora até os dias atuais.É especialista em Medicina Legal e Perícias Médicas.

Começou a escrever aos 15 anos de idade por causa de uma paixão platônica, posteriormente substituída inteiramente pelo amor à poesia, que sublimou metonímicamente para sempre a dita paixão.Em junho de 2011 homenageou um grande amigo, chamado Miguel Angel Suarez Ortiz, em uma de suas poesias, chamada “Fria decomposição em poesia das coisas indomáveis do mundo”.Mal sabia que ele era amigo do egrégio laureado poeta Jorge Tufic, autor do hino do Estado do Amazonas, a quem encaminhou a aludida poesia para ser apreciada.

O distinto poeta assim se pronunciou então: “ Essa amostra do livro que acabo de ler tem todos os contornos epifânicos de um poema alquímico, dos melhores que já tive sob os olhos.Lembra-me a viagem de Ibn 'Arabi, em busca da felicidade perfeita.Não me parece obra de neófito ou iniciante da arte em que foi mestre o poeta citado no mesmo, Carlos Drummond de Andrade.Muito pelo contrário, nele, todas repetições de atributos, brilho, peso, da relíquia mineral que exemplifica a inutilidade do valor monetário em todas as suas facetas enganosas, enriquecem a textura da mensagem filosófica, onde a solidão do homem se adensa numa outra realidade, que não a do “influxo criador de números”.De resto, atar ao conteúdo poético um sensível conteúdo esotérico, só merece aplausos e releitura, tantas sejam necessárias para extrair, de suas estrofes, novos significados teosóficos.No mais, poesia pura. “

O escritor teve premiada a poesia intitulada " O big bang do amor" no Concurso Nacional de Literatura do município de Tupã, Estado de São Paulo, sendo esta publicada em um livro de coletâneas.


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