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Livro Hobbes, Locke e Rousseau

Do direito natural burguês e a instituição da soberania estatal à vontade geral e o exercício da soberania popular

Por: Luiz Carlos Mariano da Rosa Denunciar

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R$ 44,60

Sinopse

Se Hobbes elabora um hipotético estado de natureza que, encerrando uma situação na qual “o homem é um lobo para o outro homem” (homo homini lupus) em um contexto que envolve “a guerra de todos contra todos” (bellum omnium contra omnes), converge para a necessidade acerca do estabelecimento da paz como condição sine qua non para a conservação da vida, o que impõe a fundação do Estado e da sociedade civil por intermédio do contrato que demanda a renúncia dos direitos ilimitados dos indivíduos e instaura a autoridade política, o poder absoluto e a soberania estatal, Locke atribui ao estado de natureza a condição de uma realidade histórica concreta caracterizada pela perfeita igualdade e absoluta liberdade em uma construção que, baseada na lei natural, implica a transição para o estado civil através do contrato que funda a sociedade política como um processo que tende a assegurar os direitos naturais dos indivíduos, à medida que traz como fundamento da instituição do poder a propriedade, ou seja, a vida, a liberdade e os bens dos cidadãos, característica do individualismo moderno e do liberalismo político. Dessa forma, se o contrato burguês não encerra qualquer tipo de “alienação” propriamente dita, caracterizando-se, em suma, pela abdicação de um direito infinito que, contudo, não se impõe senão como teórico, convergindo para assegurar, em compensação, direitos “reais”, à medida que é para si mesmo, para o próprio lucro, que se contrata, o contrato de Rousseau, que se contrapõe à referida perspectiva, consiste em uma troca que implica não menos do que o homem, sobrepondo-se o cidadão ao indivíduo no processo de constituição do social que determina o pacto que, convergindo para a antinomia da relação envolvendo liberdade e autoridade, requer a “alienação verdadeira” dos indivíduos em face da soberania popular e resulta na constituição do povo soberano, única fonte legítima do poder e seu único detentor, e na instituição da Vontade Geral como condição para o seu exercício.

Categorias: Ciência Política, Direito, Filosofia, Direitos Civis, Estado, Província & Governo Local
Palavras-chave: contratualismo, direito, empirismo, estado., estatal, geral, hobbes, igualdade, individualismo, jusnaturalismo, liberalismo, liberdade, locke, materialismo, natural, popular, propriedade, rousseau, soberania, sociedade, vontade

Características

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Número de páginas: 188

Edição: 1(2017)

ISBN: 978-85-68078-05-1

Formato: A5 (148x210)

Coloração: Preto e branco

Acabamento: Brochura c/ orelha

Tipo de papel: Couche 90g

Reconhecimento

Sobre o autor

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Luiz Carlos Mariano da Rosa

Graduado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais [CEUCLAR/SP] e graduado em Teologia pela Universidade Estácio de Sá [UNESA/RJ], pós-graduado em Filosofia pela Universidade Gama Filho [UGF/RJ] e pós-graduado em Ciências da Religião pela Universidade Cândido Mendes [UCAM/RJ], Luiz Carlos Mariano da Rosa é professor-pesquisador e filósofo-educador no Espaço Politikón Zôon - Educação, Arte e Cultura [EPZ/SP], tendo como objeto de interesse a construção do conhecimento e a inter-relação que envolve as formas simbólicas constitutivas da “realidade” humana, além dos princípios capazes de assegurar uma sociedade igualitária e uma ordem política baseada no interesse comum. Pesquisador no Laboratório de Estudos Sociais e Políticos Ágora, o trabalho de Luiz Carlos Mariano da Rosa tem como principais áreas de investigação a Teoria do Conhecimento, a Filosofia da Educação, a Filosofia da Religião e a Filosofia Política, trazendo em seu currículo acadêmico vários artigos científicos publicados nas revistas especializadas nacionais e internacionais. Eis as suas principais obras: Mito e Filosofia: Do Homo Poeticus, Politikón Zôon Publicações, São Paulo, Brasil. Determinismo e Liberdade: a condição humana entre os muros da escola, Politikón Zôon Publicações, São Paulo, Brasil. O Direito de Ser Homem: Liberdade e Igualdade em Rousseau, Novas Edições Acadêmicas [OmniScriptum Publishing Group], Saarbrücken, Alemanha. Hobbes, Locke e Rousseau: Do direito natural burguês e a instituição da soberania estatal à vontade geral e o exercício da soberania popular, Politikón Zôon Publicações, São Paulo, Brasil. Da propriedade como fundamento ético-jurídico e econômico-político em Locke à vontade geral e o sistema autogestionário em Rousseau, Politikón Zôon Publicações, São Paulo, Brasil. A transformação do sujeito em si mesmo e a fé em Kierkegaard: Abraão, 'Pai da Fé' e 'Amigo de Deus', como protótipo de um novo ser e de um novo modo de existência, Novas Edições Acadêmicas [OmniScriptum Publishing Group], Beau Bassin, Mauritius.


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