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Livro VENEZUELA

DO TOPO AO POÇO

Por: ADEILSON NOGUEIRA Denunciar

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Sinopse

A democracia parlamentar nasceu na Inglaterra como resultado de uma barganha entre a Coroa de um lado e os nobres e as pessoas do povo do outro, pelo que fundos foram fornecidos ao rei em troca de sua proteção das liberdades básicas. A Coroa precisava sobreviver porque os proprietários mais importantes da terra e criadores de riqueza foram os pessoas que consentiram em ser tributadas em troca da proteção da propriedade e da liberdades associadas. Os arranjos institucionais da Venezuela e dos outros países da OPEP não são propícios para o estabelecimento de democracias estáveis, porque os governos são patrimoniais: o soberano é também o proprietário, portanto não há verificação obrigatória do Leviatã. É revelador que a maioria dos países da OPEP são autocracias seculares ou religiosas e que, talvez não coincidentemente, seus governos sejam proprietários do petróleo do país.

Em 1902, a Inglaterra, a Alemanha e outras nações europeias queriam dominar esta nação.

Os argumentos e práticas desestabilizadoras daquela época distante são quase os mesmos que os usados hoje contra o governo da Venezuela.

Em 1960, o Produto Interno Bruto (PIB) da Venezuela por trabalhador em relação à média para os Estados Unidos foi de 0,837. Naquele momento, a mesma proporção foi de 0,797 para o Canadá, 0,825 para a Suíça e 0,788 para a Austrália, que mostra que cada uma dessas economias avançadas era aproximadamente equivalente a Venezuela em sua produção média por trabalhador. Para alcançar um nível tão alto, a economia venezuelana deve ter crescido rapidamente durante as décadas precedentes, e as melhores evidências disponíveis são consistentes com a hipótese. O Banco Central Venezuelano, criado em 1939, começou a produzir dados confiáveis das contas nacionais em 1950. De acordo com estes dados, a produção per capita cresceu em média 5,4% ao ano entre 1950 e 1957, uma taxa similar às taxas de crescimento dos chamados Tigres Asiáticos de 1960 a 2000. O aumento de 87% da Venezuela na produção real per capita entre 1950 e 1957 não excedeu a de qualquer outro país da América Latina, mas superou a Alemanha Ocidental.

A situação na Venezuela não é sobre a defesa de um regime político, mas sobre a soberania, democracia e estabilidade de toda a região e seu futuro. Caso contrário, vamos testemunhar uma Líbia na América Latina e o triunfante controle do neoimperialismo americano.

Nove meses levou Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), liderada pelos Estados Unidos, para destruir a sociedade líbia.

Em tão pouco tempo, o país mais rico do continente africano tornou-se um Estado falido mergulhado em uma guerra civil que continua desde 2011. Antes da nova ofensiva imperial contra a Venezuela, este caso deve ser visto como um alerta para o futuro da região.

Embora o petróleo pareça ser a intervenção casual, e não as justificativas “humanitárias” que caracterizam o governo dos EUA, essa leitura da situação continua sendo superficial. Em ambos os casos, o motivo para intervir implica mais do que simplesmente assumir recursos, modus operandi do imperialismo americano tradicional.

Este modelo foi baseado no conceito de construção da nação, através do qual os americanos se apropriaram de recursos e com uma institucionalização “guiada” satisfazendo seus interesses privados e políticos. Um exemplo é o Chile nos anos 70.

Em 1973, os Estados Unidos financiaram e lideraram o golpe de Estado contra Salvador Allende e, em seguida, orientaram a nação para o neoliberalismo com base nos interesses das empresas privadas e estratégias geopolíticas para a região. Este modelo, e muitos outros na região e no mundo, foram protegidos por falsos valores como ordem, justiça, progresso e desenvolvimento.

No entanto, tudo mudou após os ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York. Sob a administração de George W. Bush, os neoconservadores, uma facção pouco conhecida da direita americana, assumiram o controle da política externa e da defesa, dando lugar a uma nova fase de dominação imperial.

Depois de desenvolver sua estratégia global por décadas, com a invasão do Iraque em 2003, marcou o fim do modelo tradicional e o início do neoimperialismo. Ordem, progresso e desenvolvimento são substituídos por segurança/militarização; divisão interna baseada em diferenciadores étnicos, religiosos e/ou históricos; e especialmente o caos.

Para o propósito, uma das ferramentas mais utilizadas é o uso de mentiras (atualmente notícias falsas ou verdades alternativas) através das redes de mídia e comunicação, com o objetivo de manipular o sentimento coletivo. Esse instrumento de engenharia social foi algo que Strauss considerou necessário para proteger a elite superior da perseguição das “massas vulgares”.

O uso de linguagem e mentiras foi visto com as supostas armas de destruição em massa para justificar a invasão do Iraque, a suposta conexão terrorista no Afeganistão, a construção discursiva de Muammar Gaddafi como um ditador sanguinário, a mídia “Eixo do Mal” e agora uma réplica para apresentar a Venezuela como um Estado falido, incluindo-a na “Troika of Tyranny” com a Nicarágua e Cuba.

Categorias: Historiografia, Antigo, América Latina, Não Ficção, Geografia E Historia, Educação
Palavras-chave: americana, histÓria, latino

Características

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Número de páginas: 32

Edição: 1(2019)

Formato: A4 (210x297)

Tipo de papel: Offset 75g

Reconhecimento

Sobre o autor

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ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.


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